Design, Art, EducatioN

PARCERIAS em Design, Comunicação, Educação e Arte …


30 anos de experiência, partindo da vivência do design editorial (jornal, revista e livro), para o universo que se expande digital e socialmente.

A cada dia explorando diversas linguagens (vídeo, animação, ilustração, arte e texto) que se espalham em rede, e se configuram como potentes ferramentas para educação.

Trabalhando e articulando parcerias e coletivos criativos, para construir e viabilizar os mais diferentes tipos de projetos com comunicação e educação. Agora mestre (strictu) em Design Instrucional que potencialmente une isso tudo.  E a função de Facilitadora Digital/Gráfico que também se configura e se intensifica em tempos pandêmicos e pós-pandêmicos.

O QUE FAZEMOS (?)

ARTE <0>< Ela é o princípio de tudo!

No universo de possibilidades do DESIGN, em que a arte é apropriada pela função, é preciso compreender as necessidades do PARCEIRO/CLIENTE.

DIAGRAMAÇÃO, WEB DESIGN, IDENTIDADE de MARCA, ILUSTRAÇÃO, INFOGRAFIA, EDIÇÃO de IMAGENS, VÍDEOS e ANIMAÇÕES.

DIREÇÃO de ARTE e PROJETOS, COORDENAÇÃO e ARTICULAÇÃO de equipes, TREINAMENTO e INSTRUÇÃO, DESIGN INSTRUCIONAL e EDUCOMUNICAÇÃO.

_ COMO ASSIM TUDO ISSO?

DESIGN GRÁFICO

Impressão

É o meu berço, a área que eu mais atuei. Mais em jornais e revistas. ADORO DIAGRAMAR e #AdoroUmaGráfica. Muitas vezes implantei, adaptei e coordenei projetos atuando como Diretora de Arte e na coordenação das áreas de produção gráfica [do tratamento de imagem, passando pela pré-impressão e produção gráfica].

ILUSTRAÇÃO

colagem e vetorial

Minha especialidade é COLAGEM, e FOTOMONTAGEM,  linguagem que combina uma acurada pesquisa e edição de imagens e muitas horas no Photoshop. Experiência com INFOGRAFIA e ILUSTRAÇÃO VETORIAL adquiri nos primordios da minha carreiraEssa linguagem (vetorial) tem muitas vantagens se combinadas com a habilidade de edição e customizaçãode ilustrações de Bancos de dados.

VÍDEO e ANIMAÇÃO

edição e pesquisa

É uma atuação mais recente (10 anos), que tenho me aventurado. São habilidades que permitem uma evolução incrível nas possibilidades de construção de narrativa e recursos de linguágem. Faço animações com imagens, tipografia, colagens e vetoriais. Utilizo After Effects e Adobe Premiere, canva.com e outros. Não trabalho com 3D. A pesquisa nesse campo permite tanto a criação de peças curtas e vinhetas, quanto narrativas com maior vulto.

 

FACILITADOR DIGITAL

A Pandemia me levou o lugar, o de Facilitadora Digital e Gráfico. Básicamente eu acompanho, conecto plataformas para transmissão on-line, crio identidades e cenas, ou adapto as identidades existentes, respondo por exibir imagens e vídeos durante a live.

Alguns dos clientes de 2019 até o presente foram o Instituto Goethe, o Museu Itamar Assumpção,  Secretaria de Cultura do Rio ( via Jurubeba Produções) para o Webnário: 100 anos do Teatro Trianon, Campos do Goytacazes volta a sorrir. 

Utilizo os mais diferentes programas para exercer esse suporte, como o Zoom, StreamYard, OBS, Meets, Teams, entre outros. 

WebDesign e sites

A experiência mais produtiva tem sido com a plataforma WORDPRESS, mas sempre trabalho com parceiros, que possam resolver as questões técnicas e situações de programação que não domino. ARQUITETURA DE INFORMAÇÃO  é uma nova versão do ato de diagramar,  na web. Para quem viveu mais tempo no impresso, é um novo exercício do olhar, por ser um vertical ad infinitum, com caminhos aleatórios.

Identidade de Marca

Criar uma identidade é primeiro um trabalho de escuta. Saber o que o CLIENTE/PARCEIRO é, e quer ser. Gosto do redesenho, criar o novo sem perder o lastro do que se é.  Este novo mundo cheio de aplicações e variações, são um novo desafio, uma logomarca hoje, tem que ter um enorme número de variantes para melhor atender. O desafio é criar um sistema, um método com eficiência na comunicação, beleza e autonomia para o PARCEIRO.

Edição de Arte

Edição é a arte da escolha.
EDIÇÃO DE IMAGEM e EDIÇÃO DE ARTE são parte dos quase 30 anos de experiência como Diretora de Arte. A prática nas áreas editorias: jornal, revista, livros e projetos expositivos. Cada projeto te levar um a lugar diferente. Mas o princípio é: escolha e encaixe. A imagem certa… no lugar certo.  Também é um exercício de criação, execução, produção e coordenação (ou articulação) de equipes.

Uma coisa emocionante é aprender no processo de conexão de pessoas e saberes

Design Instrucional

O DI é uma nova área profissional que junta tudo na minha vida. Design e ilustração, edição de arte, noções avançadas de edição de vídeo e animação, noções avançadas de webdesigner, paixão por educação e tecnologia. A experiência com produção e gerenciamento de processos, a experiência com equipes multidisciplinares e experiência didática e pedagógica.

Mirando essa área fui viver a experiência da Educação à Distância quando me formei Pedagogia. E agora sigo o caminho de formação completando o Mestrado Profissional em Design Instrucional (EAD) pelo Senac, em julho de 2021.

Além de ser uma área em expansão é uma área que permite atuar com o conhecimento que tenho vasta experiência, principalmente no mercado editorial. Como Diretora e de Arte, por exemplo, sempre tive que cuidar dos processos, do projeto visual, da encomenda de material para terceiros (ilustradores e afins), e da coordenação de equipe. 

Os desafios desta área são próximos os que já enfrentei em diferentes projetos, e que foi necessário entender um pouco de tudo e ao mesmo tempo ter um controle do todo para garantir um bom resultado final.  

É possível dizer que é uma nova etapa de uma mesma aventura, que se apropria das diversas ferramentas da comunicação para construir novas oportunidades de educação. E que também agrega tecnologia e inovação.

Trechos de duas vinhetas de abertura do curso DIREITOS HUMANOS EM TEMPOS DE BARBÁRIE para Fundação Perseu Abramo, e o setorial dos Direitos Humanos do PT. Coordenação Adriano Diogo. 
FUNÇÕES • Design Instrucional, apoio de produção e coordenação de equipe. Direção de arte, pesquisa e criação das vinhetas, edição e finalização com Pedro Biava . O curso foi ministrado durante o ano de 2019, pela plataforma Moodle, foi gratuito e forneceu certificação.  Foram 15 aulas de cerca de 45 minutos, com vinhetas individuais, insertes de imagens e textos acompanhando as falas dos diversos convidados. Foi produzido também  material de apoio em forma de texto e questionário por aula.

PEDAGOGIA

PEDAGOGIA é minha primeira graduação (completa). Um desejo que se concretizou reunido a necessidade de formação com a vontade de viver a Educação à Distância, o EAD. O caminho inicial agora avança para o Design Instrucional, mestrado profissional.

Outras possibilidades, de mestrado (latu senso), podem permitir um encontro entre a teoria que dará suporte a 15 anos de experiência prática na A.I.C Papel Jornal.
Esse é o campo de estudo da 
EDUCOMUNICAÇÃO.

ACREDITO NA EDUCAÇÃO
como o principal instrumento de transformação de uma sociedade. Ela permeia todas as áreas e está em todos os momentos e lugares.
Estudar educação é a chave para compreender as lutas que a envolvem, que em essência são a compreensão do outro, e de si ao mesmo tempo” 
(Freire, 1968 e sempre!). 

INSTRUÇÃO e TREINAMENTO

Atuo tanto na instrução de design, quanto na instrução de softwares de design há um bom tempo. A qualidade de uma formação está associada a boas informações e instruções técnicas, pode fazer toda a diferença na geração de autonomia. Muito antes da “era dos tutoriais” para qualquer coisa do youtube, eu já estava desenvolvendo isso, na prática. Uma parte de habilidade é fruto da minha experiência auto-didata. Tenho capacidade de me adaptar e criar métodos experimentais, para as mais diferentes condições e estruturas. 

A tecnologia #HOJE, é saber operar o mundo. É um desafio do cotidiano, e também ferramentas de exclusão. É preciso romper com a lógica instrumental, que torna uns reféns de outros. PARCEIROS/CLIENTES precisam ter autonomia, acesso e independência técnica aos seus projetos. Encaro isso como uma MISSÃO.

JORNALISMO

A melhor escola da minha vida, comecei fazendo jornal diário, e nele me formei, pela Folha de S. Paulo. Isso foi no século passado, um nanosegundo antes de o jogo virar para o digital de hoje

A escola mudou de lugar, para um lugar nenhum, e para todos os lugares ao mesmo tempo. A experiência dentro da indústria do século passado, me leva ao coletivo de mídia livre Jornalistas Livres, DO HOJE #ORGULHO. Fazer jornalismo é um modo específico de se comunicar, mas não acho que seja o único. Até hoje não se sabe (teóricamente), se é técnica, saber ou derrapa pro entretenimento. A prática coletiva e livre é a melhor maneira para descobrir.  Como o século virou… eu sempre penso, que quando tentam colocar o jornalismo em caixinhas, visualizo as letras de metal das antigas máquinas de tipografia, de onde surge a expressão “CAIXA ALTA” (hoje é o CAPSlock) e expressão caixa baixa (para minúsculas. Acabaram-se essa caixas, agora tudo está mais para bolhas. 😀 

aprender fazendo e INSTRUCIONAR...

De 1999 a 2010 trabalhamos com Oficinas Experimentais de Jornalismo com jovens pela ONG A.I.C. Papel Jornal. Os jovens desenvolviam diversos tipos de produtos de comunicação. Foram 10 anos de oficinas práticas de Educomunicação.

“Quando vi, eu já estava fazendo isso… de ensinar aprendendo…  Acho que é por que fui aprendendo a operar softwares intuitivamente e de forma auto-didada. “

 

EDUCOMUNICAÇÃO

​​Em Julho de 2020 conseguimos finalmente que o termo EDUCOMUNICAÇÃO fosse aceito e incorporado a língua portuguesa. Isso não é apenas uma luta semântica, mas sim a disputa por um espaço de prática que na minha opnião transforma tanto a Educação como a Comunicação. O NCE Núcleo de Comunicação e Educação da ECA/USP, que fez 25 anos, assim como A ABPEducom – Associação Brasileira de Pesquisadores em Educomunicação, que fez 10 anos são frontes nessa batalha no sentido de dar corpo teórico e institucional a práticas que existem desde meados das década de 1980.

Oficina Experimental de Jornalismo anos 2000

Em 1999 o Jardim Ângela, bairro periferico de São Paulo era manchete internacional graças aos índices de homicído. Nesse cenário de guerra me juntei a tropa de fotógrafos e jornalistas para atravessar a ponte João Dias e ajudar um grupo de jovens da zona sul de SP, a se apropriarem da sua própria narrativa. Juntos criamos o jornal Becos e Vielas a Voz da Periferia que existiu por 10 anos.

Foi aprender a fazer Educomunicação fazendo. Um divisor de águas pra minha vida profissional. 

E esse tal de P E I X e  O L H O ?

O PEIXOLHO é um desenho, uma criação minha, quando da busca de uma identidade, de uma assinatura pictórica, #TAGvisual, uma hashtagAcabou se transformando no nome de minha empresa. #peixOlhoStudio #art #educação #educomunicação #design #identidade #icone #grafite

A LÓGICA da PARCERIA

Todo projeto é uma OPORTUNIDADE, um encontro de desejos que precisam ser traduzidos e concretizados. Quando lido com os meus “CLIENTES” os entendo como PARCEIROS, pois temos um objetivo em comum que é a realização do projeto.

A mudança do conceito de cliente para parceiro não é retórica, é uma prática, um conceito ético. O cliente não oferece espaço de diálogo, não constrói junto, não evolui com a parceria. Ele manda e você executa. Existem casos em que apenas essa relação é possível.

Mesmo assim, todo projeto oferece uma oportunidade de aprendizagem e de muitas trocas. Quando é possível associar outros parceiros, dependendo da demanda torna ainda mais rico. A criação coletiva é uma das faces mais interessantes dos projetos atuais. 

HABILIDADES

Pesquisar, reunir, escolher, combinar, refletir, traduzir, criar.
Desenhar, executar, editar, tratar, concluir, coordenar.
Lidar com pessoas, escutar, trocar, mobilizar, incentivar, treinar, promover encontros.

CURTIR, SE EMOCIONAR, GUARDAR MEMÓRIAS, LEMBRAR,

RESIGNIFICAR

Todos e qualquer projeto exige algum nível de experiência técnica, mas para além desse tipo de habilidade, são as de natureza criativa e conciliatória, que necessitam maior atenção.

O design é um campo quase infinito de desafios tecnológicos, a cada dia um novo, formato, e um novo nome para um problema que é essencialmente o mesmo, mas que precisa se adaptar a um novo aparelho (gadget). A cada curto espaço de tempo, um novo software, uma nova extensão, um novo saber. É preciso compreender OS DESAFIOS HUMANOS, em meio à essa parafernália toda.

Comunicação é essencialmente um desafio HUMANO, e que não pode ficar refém das formas, ou das fórmulas e seus algoritmos, ela deve ser e servir a humanidade, antes de tudo.

  • DESIGN – 65%
  • WEB – 20%
  • Educacionais 20%
  • Outros – 15%

SOul whART?

Então esta parte da é da ART…
esta que está em tudo, como em tudo está.
Mas nem tudo é visto como ARTe. Tem essa coisa estranha, hype e que tais… e tem aquelas coisinhas que agente faz para se entreter, ou fazer (T.O.)
Meu ponto de entrada foi o PEIXOLHO e tudo mais que eu quiz, quero e quem sabe um dia faça com ele…
Mas cada modo de fazer arte te leva a uma outra dimensão. Só é dificil saber se se quer, ou se pode, sobre(Viver) de Arte ou VIVER PARA A ARTE.